Sexta-feira, Abril 13, 2007

Habilitações do "nosso" 1º Ministro

Depois de tanta conversa e de tanta especulação, em relação ás habilitações do nosso 1º Ministro, ainda não percebi se o "xor" Sócrates é Engenheiro ou não.
Esta situação também não me preocupa muito, em primeiro lugar não votei na pessoa em questão (será que o meu PT - Partido da Terra, nas próximas eleições vai ter um agricultor na assembleia? Ajudem-nos por favor...), em segundo lugar em Portugal vivemos no pais do faz de conta..... toda a gente parece aquilo que não é.
Com tanta confusão e com tanta discussão, eu ando desconfiado que o nosso Primeiro Ministro só tem o 9º Ano.... quem faz tanta trapalhada na governação de um pais não pode ser Licenciado.
Engº..... tá bem, tá......

P.S - É só para informar o Srº Sócrates que, o seu diploma do 9º Ano já se encontra disponível para ser levantado (após 20 anos de espera, mas isto é uma situação perfeitamente normal e acontece em todos os estabelecimentos de ensino... :))

SHOGUN

Domingo, Outubro 29, 2006

ELSA RAPOSO

Então não é que o novo grande amor que veio substituir o grande amor que veio substituir o que quer que seja já acabou outra vez...
O problema é que a rapariga sempre que arranja novo grande amor vai de tatuar o nome do rapaz no corpo....
Muito honestamente aquilo já parece o monumento ao soldado desconhecido qual é o numero de nomes que já lá estão inscritos....

MR.C

Segunda-feira, Agosto 07, 2006

6ª cena

Interior. Dia.

(a imagem faz zoom out de um monte de pêlos que agora são um bigode farfalhudo)

(a acção decorre num consultório com uma fotografia do salazar e com um calendário que está no mês de Dezembro de 1934. Em cena estão pai e mãe de uma criança muito irrequieta. )

Pai – Diga-nos sôtor, o que é que o nosso Manel tem?
Mãe – Diga-nos, por quem tem de mais sagrado.
Médico – Ora bem, eu estive a auscultá-lo e ..
Mãe – Diga-nos sôtor, pela alma do seu paizinho que Deus tem.
Médico – Ora bem. O seu António é hipertenso.
Pai – (para a mãe) – O António é este?
Mãe (hesita) – Como te chamas?
António – António!
Médico – (aliviado por estar falar da criança certa) O António é hiper activo.
Pai - É o quê?
Médico – Hiper Activo. Quer dizer que é muito irrequieto. Que não consegue estar parado, compreende?
Pai – (pausa) Ai graças a Deus. Eu sabia que não era normal um miúdo sachar com duas sacholas ao mesmo tempo ali pimba, pimba, todo o dia
Mãe – Ai virgem santíssima que é Deus que nos alumia nesta hora! Graças à Virgem! Este vai valer bem mais dinheiro que a irmã na vindima.
Médico – É verdade. Muitos Parabéns!
Pai – Obrigadinho sôtor.
Mãe – Obrigadinho e Deus lhe guarde . Deus nosso senhor o leve nas boas horas!


(a familia sai do consultório e o médico olha para fora da janela. A imagem foca o azul do céu.)


(fim de cena)

7ª cena

Interior. Dia

(Vinda a imagem do céu, o acção agora está numa sala fechada com oito velhotes com calças arregaçadas até ao joelho e a contorcerem-se com dores nas articulações)

Velhotes (alguns a gritar com dores, outros agarrados aos pés) – Ahhhhhhh!

(A imagem foca a camisa preta de um dos velhotes)

(Fim de cena)

8ª Cena

Exterior. Dia

( A imagem vem do preto da capa do livro em zoom out para a roupa preta de uma cigana que pede numa rotunda com um bébé ao colo. O dia está abrasador e o bébé está completamente desidratado e queimado do sol. O semáforo passa a vermelho e um carro pára. A cigana aproxima-se da janela)

Cigana – Dê-me qualquer coisa para alimentar a bébé!
Condutor - ...
Cigana – Dê-me qualquer coisa ( e quase lhe mete a criança “em cima dos olhos”)
Condutor – Só um momento.

(O condutor resolve “ir aos trocos” no cinzeiro do carro. Enquanto o condutor não consegue tirar os trocos, o bébé entra em combustão instantânea por causa do sol abrasador. Com o bébé a chorar, a cigana tenta apagá-lo e assim que consegue , tenta depois eliminar o fumo.)

Condutor – Aqui tem.
Cigana – Só isto? Coitadinho, todo queimadinho e dá-lhe só isto!

(a imagem foca o passeio de calçada portuguesa)

(Fim de Cena)


9ª Cena

( a imagem de passeio de calçada portuguesa passa para o chão de um palácio, onde um homem se dirige a uma sala de onde se ouvem gritos. )

O homem abre a porta e chega à sala onde estão os velhotes agarrados às articulações.

Homem – Chuva outra vez! (sai a porta e começa a anunciar o tempo a quem o ouve) Chuva. Hoje vamos ter chuva!

(a imagem foca-se numa das velas que estão acesas na parede)

Terça-feira, Julho 25, 2006

4ª cena

Interior. Dia.

(a imagem sai de um conjunto de facas de cozinha para se começar a ver o interior de uma cozinha de um restaurante. Em cena estão uma três empregados de mesa lado a lado e um outro em frente deles. Ao seu lado um chefe de sala)

Empregado – ó Sor Martins, eu acho que não nasci para isto.
(o Chefe vai ao quadro, apaga os menus do dia e escreve SOPA)
Chefe – Vá...encomenda à cozinha aquilo que está ali escrito.
Empregado – Sopa.
Chefe – Vá, isso não è nada.
Empregado – SOPA.
Chefe – Mais alto.
Empregado – SOPA.
Chefe – Mais alto tu consegues.
Empregado – Sopa.
Chefe - Então?...vá...enche esse peito...
Empregado - SOPA!
Chefe – Isso! Vês, sempre há um empregado de mesa dentro de ti. Vá, olha para e ementa e imagina um cliente. Agora, fecha os olhos, fecha os olhos! Como é ele?
Empregado - É um gajo estilo Sr. Doutor...
Chefe - Está sozinho?
Empregado - Não...está acompanhado...
Chefe - Quantas pessoas?
Empregado - Duas....
Chefe - Duas pessoas, muito bem Agora dá-lhes vida! O que é que eles querem?
Empregado - O Dr. quer uma de corvina
Chefe- Uma corvina? E o acompanhamento? E o molho?
Empregado – Com molho de manteiga, e não quer verduras, só salada.
Chefe - E os outros?
Empregado - Uma dose de lombinhos au piri piri sem arroz, só com batatas e ovo e um bitoque muito, mas mesmo muito bem passado.
Chefe – E para beber?
Empregado – Um quer um Ice Tea, fresquíssimo e os outros dois, vinho da casa.
Chefe – Agora pede à cozinha!
Empregado - SAI UMA DE CORVINA COM LEGUMES COM MOLHO DE MANTEIGA SEM VERDURAS SÓ COM SALADA , UMA DE LOMBINHOS SEM ARROZ SÓ COM BATATAS E UM BITOQUE MUITO MAL PASSADO , UM ICE TEA E UM JARRO DA CASA!
Chefe – Isso, e o que é que têm de sobremesas?
Empregado - Pudim flan, Molotof, baba de camelo, doce da avó, laranja, ananás, salada de frutas e melão!
Chefe - Não te esqueças disto!

(cena acaba com um abraço entre os empregados e a imagem foca-se no branco da camisa.

(Fim de cena)


5ª cena

Interior. Noite.

(Cena no interior de uma clinica. Ouve-se em voz off o pensamento do ZR a falar, enquanto se vê o próprio a andar numa clinica.)

Zorro Roxo Voz Off - Ponto 1 na lista de resolução de problemas Zorro Roxo: Se queres alguém que seja honesto, precisas de conhecer alguem que conheça as pessoas por dentro. Felizmente, eu tinha o contacto certo

(Zorro roxo abre uma porta de uma sala de raios X. Dentro da sala de raio x estão duas pessoas. Uma enfermeira e um velhinho)

Enfermeira - Tire a t-shirt. Ponha o fio na boca. Encha o peito de ar. Pode sair.

O velhinho sai. Entra um utente preto, cheio de fios e aneis.

Zorro Roxo- Olá, Teresinha.
Enfermeira Teresinha- Tire a t-shirt
Zorro Roxo - Teresinha, preciso de um contacto.
Enfermeira Teresinha - Ponha o fio na boca.
(o preto põe uma série de fios enormes na boca)
Zorro roxo - Onde é que eu posso encontrar um construtor civil honesto?
Enfermeira teresinha - Encha o peito de ar.
Zorro Roxo - Sabes de alguém que conheça?
Enfermeira teresinha - Pode sair.

Sai o preto. Entra um gajo em tronco nú

Enfermeira teresinha - Tire a t-shirt.
Zorro Roxo - Isto é urgente. Eu sei que tu és conheces alguém que me pode ajudar.
Enfermeira teresinha - Ponha o fio n boca
Zorro Roxo – Vá lá
Enfermeira teresinha - Encha o peito de ar.
Zorro Roxo - Vá lá.
Enfermeira teresinha - Pode sair. Vai até este bar (dá-lhe um papel) Fala com o gajo que dança como um esquilo com bossio.
Zorro Roxo- Obrigado, Teresinha.

(Entra um paciente com cabelo pela orelha estilo militante do PP com 19 anos)

Enfermeira teresinha - tire a t-shirt.
(militante da JC nada faz)
Enfermeira teresinha - Tire a T SHIRT!
Zorro Roxo - Teresinha, eu acho que ele é um puto das Jotas. Ele nunca fez nada.
Enfermeira teresinha - Com licença (e tira a t-shirt ao gajo)

( a imagem fixa-se nos pêlos do sovaco do puto das Jotas)

(Fim de cena)

Sexta-feira, Julho 21, 2006

2ª cena

Interior. Dia

(a imagem surge de um saco de plástico roxo, de onde um homem vestido de pão com chouriço, tira umas barbatanas. )

(A acção decorre no interior de um escritório. Ouve-se bater à porta)

Silva – Dá licença, sô tor?
Doutor – Entre lá. Ó Silva, eu chamei-o aqui porque realmente as coisas estão a tomar um rumo que não me agrada nada.
Silva – Então, qual é o problema, Dr?
Doutor – Ó Silva, qual é o problema, Silva?! Você desculpe, mas esta situação é perfeitamente intolerável.
Silva - O Sr. Engenheiro desculpe.
Doutor - Desculpe? Desculpe não! Pelo amor de Deus ó Silva. Isto é uma eterna adolescência! Eu não posso permitir que isto se continue a passar.
Silva - É como lhe digo..
Doutor - Não diga mais nada. Já temos o “casual friday”, em que as pessoas podem andar um pouco mais à vontade tudo bem. Agora, sem o casaco do fato em pleno escritório?
Silva – Ah, é por causa do Nunes. Ó Doutor, o moço estava no arquivo.
Doutor - E o arquivo não é escritório, ó Silva?
Silva - É que ele andava a passar o arquivo morto de um arquivo para o outro, e aquilo tinha imenso pó.
Doutor - E se eu aparecesse com um cliente? Como é que era? Já viu a imagem da companhia, o meu e o seu trabalho a serem danificados por uma falta de profissionalismo daquele calibre? Então o homem anda de fato, no escritório, sem casaco? Ham? Uma gravata mais laça, tudo bem, é uma distracção, agora tirar o casaco, ó Silva, tem de haver limites!
Silva - Sr. Engenheiro, esteja tranquilo, que eu vou chamar o rapaz à atenção.
Doutor - Pronto. Mas tenha consciência que a imagem é um bem que não tem preço, compreende? E que quando alguém prejudica a imagem da companhia, não é o A, nem o B, nem o C, mas a companhia no seu todo! É preciso que estejamos conscientes disto a toda a hora!!!
Silva - Concerteza.
(entra a secretária)
Secretária – Já está aqui o fotografo da Business2Business
Doutor – Ele que entre. Ó Silva, já que está aqui vista ali aquela fatiota de cão e espoje-se aqui no chão a fazer de morto.
Silva – Diga?
Fotografo – Boa Tarde. Emerson Indriani. Vamo bater as foto aqui memô? É esse amigo qui vai ajudar a gente e fazer de cachorro?
Doutor – É sim.
Fotografo – Então a ideia é pôr ôcê como a solução da interoperabilidade se sobrepõe à customização e à linha de produtos, entendeu? É a analogia da convergência, morou?
Doutor – Então eu só tenho de me pôr assim com o pé em cima dele?
Fotografo – É. Depois vamos despejar aqui essa mostarda, para simbolizar que não só já não depende da unicidade do elemento isolado, como ainda consegue acrescentar mais valias sobre ela.

( a imagem foca-se na fotografia de um menino que está na secretária do Doutor)

(Fim de Cena)

3ª Cena

Interior. Dia.

(a acção decorre dentro de um apartamento. Estão em cena a mãe, o filho e um amigo do filho)

(a imagem que vinha da cara do miudo, agora alarga-se a vê-se o miúdo dentro de casa a acabar de lanchar na cozinha. A mãe está a levantar a mesa enquanto os miúdos já estão na porta da cozinha)

Mãe- Vão estudar?
Martim- Não .Vamos para a net.
Mãe- Vocês deviam era estudar
Martim- Mãe..!
Mãe – E vejam lá os sites que se põe a ver!
Martim - Estás a querer moldar a minha liberdade, mãe?
Mãe- Ó filho!
Martim- Então qual é o problema? Ham? E se eu quiser ver sites pornográficos? Tenho de fazer as coisas às escondidas? Tenho de crescer sem falar? No escuro? No armário? Sem diálogo?
Mãe - Estava só a dizer...
Martim – Estavas a impor a tua vontade. Sem tolerância. Só a pensar em ti e nos teus valores, mãe!
Mãe - ....Se calhar tens razão.
Amigo do Martim- A tua mãe não nos podia arranjar uns toalhetes?
Martim - ó Mãe! Arranjas-nos uns toalhetes!
Mãe- Para quê?
Martim – Lá estás tu outra vez! Para quê? Porquê? Não tenho direito às minhas escolhas? Não tenho liberdade? (a gritar) Dá-me os toalhetes, quero os toalhetes, quero os toalhetes.
Mãe - Mas nós não temos.
Martim- Mãe....tu disseste não!! Tu disseste não, minha estúpida! Agora quero uma prenda.
Mãe- mas filho...
Martim - Quero uma prenda !!! Quero uma prenda!!!!!
Mãe – Calma Martim, calma....

(A imagem foca as facas de cozinha da mãe enquanto esta sai da cozinha com as lágrimas no olhos a tentar consolar o seu filho)

(fim de cena)

Terça-feira, Julho 18, 2006

1º episódio

Genérico

1. 1ª Cena do Zorro Roxo.
2. Uma questão de imagem
3. Não contraries o Martim
4. Liberta o Empregado de mesa que há em ti
5. 2ª Cena do Zorro Roxo
6. António Hiper Activo
7. 1ª cena da Metereologia de Outros tempos
8. Pedintes I
9. 2ª cena da Metereologia de Outros tempos
10. 3ª Cena do Zorro Roxo
11. Som dos Cegos
12. A vida é uma loja Extra
13. 4ª cena do Zorro Roxo

Fim do 1º Episódio.


Genérico

1ª cena

Interior. Noite.

(Um casal jovem está num escritório com duas secretárias. Cada um está no seu computador.)

Marido - Vês querida?
Mulher - Diz.
Marido - Eu aqui no meu computador já inseri todos os produtos que temos no frigorifico. Tens aqui data de validade, ingredientes, calorias, preço e quantidade. É só vires aqui ver.
Mulher - Tem piada, que mesmo agora acabei de fazer aqui um powerpoint com o que vou fazer de jantar para a semana. Assim um género de ementa para ti!
Marido - Podiamos arranjar uma tool que te dissesse quais os ingredientes de que dispões para fazeres os teus pratos.
Mulher - linkavamos isso à web e o que necessitasse-mos, encomendava-mos. O que dizes?
Marido - Espectáculo, mor.

(Cai um quadro.) os dois olham, em pânico, para o quadro no chão.

Mulher - O que é que foi isto?
Marido - Foi o quadro. Caiu.
Mulher - Eu sei. E agora?
Marido - Não sei. Liga ao teu pai.
Mulher - Vai lá ver!

(o marido levanta-se e vai até ao quadro. Apanha o quadro com a mão)

Marido - A moldura parece estar bem, mas...
Mulher - o que é?
Marido - Caiu um bocado desta parte branca.
Mulher - O quê? No chão?
Marido - Sim. Há parte branca que está a cair da casa. Eu não sei o que hei-de fazer.
Mulher - E o chão tem parte branca. A Irina só vem limpar depois de amanhã. O que é que fazemos?
Marido - O que nós precisamos é de um homem das obras.
Mulher - Eu procuro na net.

(tocam à porta)

ZR- Boa noite. Era para devolver os cd’s que me emprestaram.
Marido- Boa noite.
ZR - Você não me parece muito bem! Precisa de alguma coisa?
Marido - Aconteceu uma tragédia.
ZR - O que foi?
Marido- Preciso de um construtor civil
ZR - Eu bem ouvi qualquer coisa cair lá em baixo. Mas está tudo bem?
Mulher - (lá de dentro) - Tenho chão com parte branca!!!!!
Marido-. Já percebi que vou mesmo ter de mandar cá vir um homem das obras que faça o serviço baratinho. Por acaso não conhece nenhum?
ZR - Não. Por acaso não.
Marido - Não faz mal, eu vou à net.
ZrR - Como assim, à net?
Marido - Vou à net. De certeza que na net vou encontrar um construtor civil que seja honesto. Bem, com licença.
ZR - Boa noite.

(O ZR vai andando a pensar. Ouve-se uma voz off do pensamento do ZR)

ZR - Pobre homem. Infelizmente não sabe onde se está a meter. Encontrar um construtor civil honesto, é mais difícil que comer broa de milho num restaurante chinês. Isto é uma missão para o....zorro roxo!

(O herói veste uma touca de banho roxa e a imagem foca-se no roxo da touca)

(Fim de cena)
Post de uma morte anunciada

Olá.
Como nos filmes em que são doze contra seis mil comandados por um general parvo e um coronel que o faz rir, nós, sabendo que vamos morrer, decidimos morrer em estilo.

Aliás, era mais ou menos nesta altura que um de nós diria alto "ah, vamos embora que isto nunca há de dar em nada. É um blog, ninguém lê, ninguém cá escreve". Outro então, sairia das fileiras a cavalos e diria "Eu vejo nos vosso rosto o medo de quem sabe que vai perecer debaixo dos pés dos nossos adversário...". Outro interromperia "Èpá, se isso era para nos motivar!!". Um outro pegaria no cavalo e diria "Deixa-me ser eu. Eu vejo nos vossos olhos o olhar de quem compreende o que se irá passar quando compreenderem o que estão a olhar". Um outro diria "ham?". Ainda um comentário "Fala mais alto!". Finalmente, um sairia das fileiras e gritaria "anda lá com isto". E seria nessa altura que decidiriamos colocar no blog, em jeito de último folêgo, os 6 episódios escritos do que pretendia ser uma série cómica de enorme sucesso nacional.

E como será posta essa série no blog? todas as cenas de uma enfiada? Um episódio por dia? Um por semana? Quanto irá render o peixe? O peixe rende? Rende-te Peixe!

Um abraço,

Guifes

PS: Foi um prazer!

Quarta-feira, Abril 12, 2006

Tecnologia

Bombista 1 - O senhor tá para a máquina de filmes bombistas à la minute?
Bombista 2 - Tou sim.
B1 - Sabe-me dizer se a máquina de filmes bombistas à la minute tem bandeira?
B2 - Bandeira?
B1 - Sim, assim por trás, estilo pano de fundo. Tem bandeira ou é tudo preto?
B2 - Ah, não sei...mas é uma boa pergunta. ó chefe, a máquina tem bandeira?
Dono da lojah - Tem, tem. Ao príncipio aparece um menú em que só tem de escolher a facção que quiser.
B1 - E tem a dos conhecidos de Alá?
Dono da lojah - Deve ter...aquilo tem muitas.
B1 - Mas e se não tiver?
B2 - Se calhar dá para fazer browse da net e escolher...
B1 - Espero que sim, é que o preto é tão carregado. E a arma?
Dono da lojah - A arma é à parte.
B1 - Epá, que chatice.
B2 - Mas eles alugam aqui.
B1 - Ai é? Alugam aqui as armas?
Dono da lojah - Sim, sim. Escolha aqui.
B1 - É tudo ao mesmo preço.
Dono da lojah - Sim, sim.
B1 - Eu levo a HK.
Ajudante da lojah - 32!
B2 - Sou eu.
B1 - Até já. E desculpe perguntar, mas e quantas cópias é que a máquina tira?
Dono da lojah - É quantas pagar, é só aumentar nas quantidades.
B1 - Óptimo. É que assim um gajo faz já para a revindicação e para a familia.

Ass: Cartonista Dinamarquês

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